Reptilário Virtual
    
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  Phelsuma klemmeri
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  Phelsuma quadriocellata
  Phelsuma seippi
  Rhampholeon brevicaudatus
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Phelsuma seippi
Nome científico: Phelsuma seippi.
Ordem: Squamata.
Subordem: Lacertilia.
Família: Gekkonidae.
Tamanho: Podem atingir um tamanho máximo de 14 cm.
Origem: Esta espécie habita o Noroeste de Madagáscar. Pode também ser encontrada na Ilha Nosy Bé.
Ambiente:
Phelsuma seippi provem das florestas nativas e evita o sol forte. Vivem em árvores, tanto na floresta como ao longo da sua periferia.
Hábitos: Esta espécie de Phelsuma pode ser encontrada em pares, nas árvores. Os juvenis habitam principalmente arbustos baixos.
Temperamento: Um terrário de 45x45x60 cm é suficiente para um casal. Deve haver alguns galhos, plantas de folhas largas e um recipiente com água, apesar de preferirem beber a água borrifada nos vidros, nas plantas do terrário ou de uma cascata que possibilite o movimento da água.
Alimentação:
Grilos, gafanhotos, larvas da cera, papinhas para bebés a base de frutas, frutas maduras. Deve ser ministrado um suplemento vitamínico de cálcio nos insectos a serem oferecidos. Na natureza também se alimentam de pólen e néctar.
Iluminação: Lâmpada que emitem raios UVa e UVb, que são vendidas em lojas de animais.
Temperatura: Deve andar em torno de 28º durante o dia e 24º à noite. Nos meses mais frios, de Novembro a Fevereiro, devem descer para os 24ºC de dia e 18ºC à noite.
Humidade: Em torno de 60% a 80%, que pode ser mantida borrifando o terrário ao longo do dia, sempre que necessário.
Dimorfismo sexual: O macho apresenta os poros pré-anais em forma de V, perto da cloaca, além de uma protuberância na base da cauda (onde se aloja o hemipénis).
Reprodução: As fêmeas depositam um par de ovos e escondem-nos no solo cobertos por folhagem, ou pequenos ramos, também sobre as cascas das árvores e no interior de troncos de bambo seco. A uma temperatura de 28 ºC, os recém-nascidos eclodem ao fim de aproximadamente 45 a 60 dias. Os recém-nascidos medem aproximadamente 40 mm.
Observações:

- Como todos os Phelsumas possuem lamelas digitais que lhes possibilitam escalar até as superfícies mais lisas.